Saída.

Foi quando eu percebi que estava desolada, sem ruas, sem vestígios, com apenas sonhos estreitos diante da beleza do esplendor de um único dia para lembranças. Foi quando eu parti e resolvi mudar, encontrar abrigos, endereços, detalhes, com esperança na medida que o tempo voa. Foi quando eu entendi que falsas dificuldades criam alusões de felicidade, solidão, mediocridade. Foi quando... esquece.
Agora chega de lametar o que foi ou o que deixou de ser. Revigorada, com expectativas ainda maiores do que eu mesmo possa imaginar. Alimentando o desejo de ir, ser e estar.
Vivendo lentamente a procura de começos. Novos começos.

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