Ultimamente, nem meu lado escritora tem tido coragem.
As dúvidas suntento com sede de não saber as respostas.
Cada dia que passa torna-se rotina e eu fico presa no sonhar das emoções.
Estou em uma calma absurda que até estranho.
Não sou de ter paciência para as coisas, muito menos para os assuntos do coração.
Eu fecho minha porta e não entra mais ninguém.
Quem foi que disse que eu sigo apenas a razão ?
Não, não, não
Eu só não tenho forças para admitir que eu sofro mesmo. Que eu amei mesmo e que agora, meu orgulho não me faz voltar atrás. E isso é seguir razão ?
Eu não demonstro, eu não falo, eu não sinto ? Eu sei disso, sou um fracasso com o amor.
Estar aqui é ser aprendiz de feiticeira.
Ser ontem é estar ferozmente ferida.
A preguiça me consome feito droga. Meu vício é não viver o tempo.
e agora José ?
Virando utopia, afogada num copo de aguardente.
Perdida num beco sem saída.
Dilacerando o amor que fugiu antes mesmo de eu vive-lo.

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