Caso (não) resolvido

Chegou a hora de me fazer grande.
De deixar o não resolvido pra ontem e hoje viver.
Faço um brinde a beleza dos meus passos.
A pressa acabou, a travessia aumentou. Quem se importa ?
Não tenho nenhum dia a perder, vou acordar cedo e ir pra onde eu bem entender.
E não estou fazendo nada de errado, nada além de beleza.
Talvez seja isso, tudo (cedo demais) ou nada (nunca é tarde).
Adoçar o meu lado azedo visto que ninguém me ensinará pra onde ir, posto que é desconhecido. Posto que avançarei às cegas. Roteiro pré-determinado é sem graça, perde encanto. Perde a fantasia. Normal, eu sinto dúvidas. Desse mal nem mesmo eu escapei. Normal, eu me perderei. Me econtrarei. Tanto faz, estou suspeitando muito!
E atrás de toda grande dúvida, há a vontade de descobrir. Eu tenho meus jeitos de acertar.
Um café doce, um traço em meus olhos, um livro (poesias) e um lenço roxo em meu pescoço.Mudei de opnião, estou indo buscar.
Quero companhia em momentos em que minha mente insiste em seguir a solidão. Cansei de coração frio e sons por aprender no violão.
Bom, seja o que eu quizer, vou me distrair.
Pouco me importa o que for ao contrário de felicidade.
Não vou decretar a morte das minhas rosas antes de vê-las sorrirem em meio ao Sol.
Se não der certo, valeu a pena. Aceitarei meus sonhos demorados e minhas mazelas insuportáveis.
E antes que o trem passe, você cresceu em mim de um jeito completamente irracional!
Aos caminhos, eu entrego o nosso impossível encontro.

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