Pelo precipício do seu pessimismo, vejo a ingrata suposição de alguém viril correndo contra o próprio "eu", quando perseguido por lembranças, esquece que a muito já deveria se desprender daquilo que já te fez.

E o que mata, fora a rotina, é não entender o por quê que quando eu estava em paz, você surgiu e me levou de mim. Agora que eu quero a tua paz, você não vem para me buscar.

(E eu tenho fatos!)

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